Freio na Globalização, o que esperar para o seu negócio

Freio na globalização

Tenho lido muito a respeito deste tema, e gostaria de compartilhar uma reflexão.

Muitos países perceberam que a dependência de suas economias está muito elevada com negócios com a China. O grande global fornecedor de máscaras, respiradores, etc, é a China.

E durante a pandemia estão constatando que terão que frear e mudar os rumos desta dependência para não se tornarem peças dispensáveis (ou fragilizadas) neste tabuleiro internacional da globalização.

O recuo na globalização ocorrerá por necessidade, capacidade e fôlego de cada nação. Os países terão que fomentar e ou incentivar a produção interna, primeiramente para acelerar a recuperação da economia local e, consequentemente, diminuir as importações, ou a sino-dependência.

Tenho acompanhado movimento de líderes de algumas nações, tomando medidas que irão desacelerar o crescimento chinês, como, por exemplo:

  • Alemanha restringindo a aquisição de empresas locais por corporações chinesas e países que cancelaram ou postergaram a implantação da tecnologia 5G baseada em fornecedores chineses de infraestrutura.
  • O Japão anuncia a pretensão de dar um Monstruoso Golpe contra China. Todo o parque industrial japonês vai sair da CHINA. (estamos falando do país que mais fabrica Carros e motos do planeta, fora os eletrônicos da mais alta qualidade. Sony, Panasonic, Canon, TOSHIBA, Nikon, Fujitsu, KONICA MINOLTA, Toyota, Honda, Daihatsu, Nissan, Suzuki, Mazda, Mitsubishi, Isuzu, Kawasaki, Yamaha, etc…

Os planos causaram arrepios no Partido Comunista Chinês, à medida que mais economias do mundo estão prontas para seguir o exemplo japonês. Reino Unido, UE e Estados Unidos podem seguir o exemplo.

Por outro lado, pensando no nosso quintal, o Brasil terá que agir estrategicamente, pois somos um país exportador de commodities e a pressão exercida pelos países compradores de nossos produtos virá – quer seja por embargos ou por restrições futuras de países que queiram proteger suas economias quanto pelo lado chinês que vai fazer valer sua força econômica global. No último mês de abril a China foi o destino de 60% das exportações Brasileiras.  A China representa 17% da economia mundial; 11% do comércio, 9% do turismo, 40% da demanda de algumas matérias-primas, é a fábrica do planeta. Enfim, este será um jogo de xadrez que será jogado com muito cuidado a cada movimento de peça no tabuleiro global.

É possível que este bloco que busca diminuir a sino-dependência busque outros mercados quando as economias locais voltarem à normalidade, gerando oportunidades para o Brasil na área de serviços de tecnologia, por exemplo.

Se este cenário ocorrer, como sua empresa deverá estar posicionada para ser considerada por clientes globais? Sua empresa sabe exportar produtos ou serviços? Participa de feiras internacionais? Considere este cenário nas suas estratégias  – a DIRETA Consultoria pode apoiá-lo na definição e desenho do seu processo de Planejamento Estratégico, maximizando o valor da sua empresa no longo prazo.

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