Reestruturação de Empresas – Quando Fazê-la?

reestruturação de empresas

Normalmente fala-se em reestruturação de empresas quando as mesmas já estão apresentando sinais de crise, às margens de uma recuperação judicial. Às vezes, já é tarde para a recuperação, o consultor é chamado para organizar o pedido de recuperação judicial (processo do qual nem sempre se volta) ou dar a extrema-unção para a empresa.

Gestores conscientes agem antes da empresa chegar neste ponto.

As crises se iniciam muito antes dos números estarem ruins – há sinais delas no horizonte. Exemplos são o declínio lento nos resultados, intranquilidade sobre a posição de caixa no curto prazo, preocupação com o nível de endividamento, necessidade de capitalização, atraso no pagamento de tributos (os primeiros a serem “empurrados”), mudanças sucessivas no time de gestores, entre outros.

Causas que levam a Reestruturação de Empresas

As causas das crises nas empresas são tipicamente divididas em três grupos. Cada grupo pode representar a causa principal da crise, ou a mesma ser uma combinação de mais fatores.

  • Causas fortuitas – são as crises globais (crash de 2008), catástrofes naturais, eventos fora do controle da empresa.
  • Causas operacionais – problemas na produção, nas vendas, na distribuição – são normalmente fruto de uma gestão operacional falha.
  • Causas gerenciais – falhas na administração, normalmente causadas por falta de controles e gestão. Tipicamente, o gestor culpa os problemas operacionais ou fortuitos, raramente tem a auto-crítica necessária para reconhecer suas próprias falhas.


Além de culpar “a situação”, gestores normalmente passam por uma fase de negação (denial) – a crise vai passar, é temporária. Quanto mais se engana pensando assim, mais a empresa se enrola.

Nesta fase, é comum que após os sinais iniciais de crise listados acima, as empresas enfrentem os sinais mais avançados – não renovação de linhas de crédito, crise de caixa, taxas de juros oferecidas acima do mercado, mudança no rating de crédito.

A crise sempre se manifesta na perda de liquidez financeira. Perda de capital circulante. Fluxo de caixa negativo. Empresas normalmente não quebram no curto prazo em função de seus resultados econômicos, mas sim devido a falta de caixa para honrar compromissos.

Por isso a velha máxima: CASH IS KING. O caixa é rei.

E não se engane pensando que a resposta é apenas vender mais. Em muitas situações, isso acaba de enterrar a empresa, pois crescimento puxa capital de giro – pode inclusive aprofundar o problema.

As empresas precisam se reinventar antes dos problemas aparecerem – o chamado early turnaround! Fazer um processo de turnaround (recuperação) com a crise já instalada é muito mais penoso, caro e traumático.

A responsabilidade do gestor é agir logo que os sinais iniciais são detectados. Evitar uma situação de recuperação judicial que pode não terminar bem para a empresa. Preservar o patrimônio e os empregos.

Se você entende que precisa tomar ações de melhoria de resultado e quer se antecipar, evitando crises e protegendo a empresa, consulte-nos.

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